domingo, 16 de agosto de 2009

MEMÓRIA: 32 anos sem o Rei do Rock

Não gosto de escrever sobre algo que não conheço profundamente. Meu critério pra falar com propriedade sobre um artista ou tema é, pelo menos, ter ouvido a discografia básica ou lido muito material sobre o artista em questão. O único álbum completo que ouvi de Elvis Presley foi “From Elvis In Memphis” de 1969, apesar de seu trabalho não ser necessariamente novidade pra mim.

Para mim Elvis é sinônimo de rock como movimento; o menino de Memphis foi a rebeldia propriamente dita. Ele dançou como muitos queriam dançar na época, ele cantou as coisas que muitos jovens tinham medo de sussurrar, enfim, foi a concretização que o gênero precisava, e a influência que seria decisiva para o futuro do mesmo. Em “John Lennon, a vida”, biografia do Beatle escrita por Philip Norman, fica claro a importância que Elvis Presley teve na música do então adolescente John Winston Lennon, sem falar em outros grandes nomes que também foram indiretamente incentivados pelo rei.

Hoje faz 32 anos que Elvis morreu, deixando uma lacuna que não será preenchida. Tenho certeza de que a cada nova audição de seu trabalho ficarei mais perplexo com o talento do rei, assim como os quatro caras de Liverpool me impressionam a cada vez que ouço suas músicas.


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