terça-feira, 25 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Mary Fahl - From the Dark Side of the Moon (2007)
A versão mais charmosa do clássico do Pink Floyd


Fazer um álbum de covers é uma das formas que um artista encontra pra homenagear suas influências ou prestar tributo a grandes canções. A americana MARY FAHL conseguiu fazer mais que uma homenagem; ela recriou o maior clássico do PINK FLOYD, “The Dark Side of the Moon”, de forma a despertar perplexidade semelhante a que se tem ao ouvir a versão original do disco. Tarefa que certamente não foi fácil.
MARY FAHL, ex-vocalista do OCTOBER PROJECT, é uma cantora versátil, seu estilo é uma mistura de Pop, Jazz e New Age, e é exatamente essa mistura que está na essência desse tributo. Após ter gravado dois trabalhos solo sem muita expressão, MARY percebeu que precisava de um repertório mais consistente para gravar um novo trabalho, optando então por fazer um álbum de covers. O produtor David Warner sugeriu que a cantora regrava-se uma obra clássica completa, ao invés de um compilação de sucessos distintos, e assim surgiu “From the Dark Side of the Moon”.
As surpresas já iniciam em “Speak to Me”, o arranjo coloca a voz da cantora em um ambiente tribal, fazendo com que a introdução lembre a sonoridade de um ritual. Em “Breathe” nota-se os primeiros traços jazzísticos que estarão presentes em grande parte do álbum, e é também onde se percebe o grande talento da cantora, que possui um timbre belíssimo, intimidante.
Grande parte de “The Dark Side of the Moon” é instrumental; MARY brincou com esse fator, misturando jogos vocais a instrumentação dos trechos que não são cantados, como em “On the Run” que ganhou uma roupagem pop fantástica. Dando sequência, “Time” (que teve o som dos despertadores substituídos por uma sirene de incêndio unida a um barulho semelhante ao alarme de um carro) inicia de forma suave, em oposição a enigmática versão original, mostrando que a proposta de MARY é revestir as músicas com uma certa “classe”. Em “Time” a cantora adiciona uma certa melancolia a letra.
Em “The Great Gig in the Sky”, a interpretação não chega a agradar. Apesar de sua competência MARY não impressiona tanto quanto CLARE TORRY no seu improviso vocal. “Money” é a canção mais pop do álbum, com levadas agradáveis de guitarra, gaita de boca e baixo.
“Us and Them” ficou basicamente bonita, já “Any Colour You Like” recebeu pitadas de canto gregoriano que modernizaram o teor tranquilizante da versão original. “Brain Damage” é interpretada como se fosse um apelo, conseguindo ser uma das músicas mais emocionantes do trabalho, ao lado da última faixa “Eclipse”.
O projeto “From the Dark Side of the Moon” foi gravado em 2007 mas nunca foi oficialmente lançado, por motivos até então desconhecidos. Uma pena, pois é um álbum muito interessante que permite uma nova análise de uma velha e excelente obra.
No vídeo Abaixo, Mary canta "Going Home", canção que faz parte da trilha sonora do filme Deuses e Generais. Não encontrei vídeos dela cantando músicas do The Dark Side, mas já dá pra ver o que a moça sabe fazer.
MARY FAHL, ex-vocalista do OCTOBER PROJECT, é uma cantora versátil, seu estilo é uma mistura de Pop, Jazz e New Age, e é exatamente essa mistura que está na essência desse tributo. Após ter gravado dois trabalhos solo sem muita expressão, MARY percebeu que precisava de um repertório mais consistente para gravar um novo trabalho, optando então por fazer um álbum de covers. O produtor David Warner sugeriu que a cantora regrava-se uma obra clássica completa, ao invés de um compilação de sucessos distintos, e assim surgiu “From the Dark Side of the Moon”.
As surpresas já iniciam em “Speak to Me”, o arranjo coloca a voz da cantora em um ambiente tribal, fazendo com que a introdução lembre a sonoridade de um ritual. Em “Breathe” nota-se os primeiros traços jazzísticos que estarão presentes em grande parte do álbum, e é também onde se percebe o grande talento da cantora, que possui um timbre belíssimo, intimidante.
Grande parte de “The Dark Side of the Moon” é instrumental; MARY brincou com esse fator, misturando jogos vocais a instrumentação dos trechos que não são cantados, como em “On the Run” que ganhou uma roupagem pop fantástica. Dando sequência, “Time” (que teve o som dos despertadores substituídos por uma sirene de incêndio unida a um barulho semelhante ao alarme de um carro) inicia de forma suave, em oposição a enigmática versão original, mostrando que a proposta de MARY é revestir as músicas com uma certa “classe”. Em “Time” a cantora adiciona uma certa melancolia a letra.Em “The Great Gig in the Sky”, a interpretação não chega a agradar. Apesar de sua competência MARY não impressiona tanto quanto CLARE TORRY no seu improviso vocal. “Money” é a canção mais pop do álbum, com levadas agradáveis de guitarra, gaita de boca e baixo.
“Us and Them” ficou basicamente bonita, já “Any Colour You Like” recebeu pitadas de canto gregoriano que modernizaram o teor tranquilizante da versão original. “Brain Damage” é interpretada como se fosse um apelo, conseguindo ser uma das músicas mais emocionantes do trabalho, ao lado da última faixa “Eclipse”.
O projeto “From the Dark Side of the Moon” foi gravado em 2007 mas nunca foi oficialmente lançado, por motivos até então desconhecidos. Uma pena, pois é um álbum muito interessante que permite uma nova análise de uma velha e excelente obra.
No vídeo Abaixo, Mary canta "Going Home", canção que faz parte da trilha sonora do filme Deuses e Generais. Não encontrei vídeos dela cantando músicas do The Dark Side, mas já dá pra ver o que a moça sabe fazer.
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
MEMÓRIA: Agora Woodstock é Quarentão
Por Jozieli Wolff


Fiquei me programando para escrever algo bacana hoje, mas vou falhar. Todos aqui sabem o que foi o Woodstock, que foi o maior festival de roque já feito blábláblá, o manifesto de uma geração que precisava fazer barulho, chutar o balde e deixar a sociedade conservadora da época boquiaberta. E que para isso reuniu, entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969, centenas e centenas de pessoas em uma fazendola. Lá, essas pessoas fumaram maconha e assistiram aqueles que eram, ou viriam a ser, ícones do rock' n roll. É, Creedence, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Joan Baez, Joe Cocker, John Sebastian, Santana, The Band e The Who, foram alguns dos que subiram ao palco. É fato que outros bons também recusaram o convite de se apresentar (Led Zeppelin, Frank Zappa, The Beatles, Joni Mitchel, The Doors, e...), mas não vamos nos delongar aqui.
“Por que outros festivais não alcançaram a grandiosidade do Woodstock em relação a sua importância no cenário mundial?” Hahaha meu filho, você já deveria saber que a história funciona assim: esteja na época certa e aconteça! Mil novecentos e sessenta e nove: o contexto cultural era o mais oportuno (e a intenção era boa). Então o resultado não poderia ser diferente. Me diga uma coisa, com franqueza: seus amiguinhos, é, esses que hoje beiram os 17, 20 anos, que mal conseguem manter uma barba bonita, teriam coragem de saírem na rua para protestarem contra algo? “Que algo?”. Ué, por qualquer coisa que não esteja nos trâmites. Vai dizer que não tem nada errado? Vamos lá, pense um bocado. Tá, vou te dar o clichezão do Brasil: Corrupção. Você e seus amigos já cogitaram a hipótese de organizar algo a fim de protestar contra a corrupção no nosso senado? Não? Ah, por que não? Por que só quem protesta aqui é sem terra? Por que a ditadura de 68 te deixou traumatizado foi? Hum, tadinho. A resposta: somos frutos da geração coca-cola, acuados e omissos.
Voltando a uma frase que citei dois parágrafos a cima: “Todos aqui sabem o que foi o Woodstock...”. Sabem MESMO? A impressão que eu tenho é que tudo é sempre deturpado. Fico pensando se todos aqueles que subiram naquele palco tinham realmente noção do que estava acontecendo ali. E aquelas pessoas que lá estavam? Ou tudo foi somente “mulheres nuas pra cima e pra baixo e gente chapada cantando”? Ou aquela era “a grande chance” de fazer sucesso, e mais nada? (claro). Realmente, não faço apologia a nada, tampouco condeno caso tenha sido assim. O problema é o culto que insistem em fazer em volta de tudo isso. Eu mesma já fiz e já levei puxões de orelha por isso. Acordei.

Eu diria que o Woodstock foi o ápice do que veio sendo feito desde 1967, não tem como negar. A morte do Che Guevara em 67, os movimentos estudantis em 68, a guerra do Vietnã que na época gerava cada vez mais vítimas, e, por fim, o Woodstock – que nada mais é do que uma cria da efervescência de 1968, o grito de misericórdia. De fato, o festival foi um hino, cantado, escarrado por centenas de pessoas. Mas eu me pergunto: o que realmente diziam esses gritos? “Mas ah, foi a ruptura, a conquista feminina”. A ruptura, a conquista, ou a vulgarização da imagem da mulher? Vocês queriam ganhar direitos ou fama de vadias?
Tantos autores afirmam que os manifestos de 1968, e o que aconteceu posteriormente a ele, não resultaram em nada de extraordinário, que as mudanças seriam inevitáveis, que aconteceriam de toda forma – que paz e que amor?. E mais, que as pessoas nem sabiam pelo o que estavam lutando. Dois filmes que retratam o que estou tentado falar são: The Dreamers, datado de 2003 e dirigido por Bernardo Bertolucci; e Across The Universe, musical de 2008, baseado na obra dos Beatles. Nas cenas finais de The Dreamers, jovens vão para a rua protestar sem nem fazerem ideia do que estava acontecendo. No filme Across The Universe, os personagens veem suas ideologias sendo deturpadas e, no final da trama, voltam para suas cidades, sem terem alterado nada. E essa era a realidade. Saiam as ruas, berravam, vandalizavam, a maioria sem causa alguma. Quase tudo o que se prega é fantasia. Quanto a explosão cultural, tenho a impressão que 1968 está aqui, é o hoje, que de fato aquele foi “o ano que não terminou”. É só estudar, ler as coisas certas, ter bom gosto.
Ah.Mas quem se importa com isso? O que importa se eu vou ouvir várias vezes a mesma música durante a minha vida, e em nenhuma saberei o que de fato ela representa? Né? Né.
Agora chega a parte em que eu tenho que escolher alguém que se apresentou lá e postar um videozinho do ser aqui, né? Né. E quem eu poderia escolher? “Ah, a Janis!”. Não. Meu vislumbre por ela se foi. Gosto é da Joan Baez, pelo papel que ela teve e cultiva até hoje – Dylan dá suspirinhos agora. “Joan Baez, hã, quem?”. Será que por ela não ter se acabado antes dos 30, ela não é tão famosa e venerada como tantos outros? Hum. Prepare-se para assistir algo mais ameno, vamos dizer assim:
“Por que outros festivais não alcançaram a grandiosidade do Woodstock em relação a sua importância no cenário mundial?” Hahaha meu filho, você já deveria saber que a história funciona assim: esteja na época certa e aconteça! Mil novecentos e sessenta e nove: o contexto cultural era o mais oportuno (e a intenção era boa). Então o resultado não poderia ser diferente. Me diga uma coisa, com franqueza: seus amiguinhos, é, esses que hoje beiram os 17, 20 anos, que mal conseguem manter uma barba bonita, teriam coragem de saírem na rua para protestarem contra algo? “Que algo?”. Ué, por qualquer coisa que não esteja nos trâmites. Vai dizer que não tem nada errado? Vamos lá, pense um bocado. Tá, vou te dar o clichezão do Brasil: Corrupção. Você e seus amigos já cogitaram a hipótese de organizar algo a fim de protestar contra a corrupção no nosso senado? Não? Ah, por que não? Por que só quem protesta aqui é sem terra? Por que a ditadura de 68 te deixou traumatizado foi? Hum, tadinho. A resposta: somos frutos da geração coca-cola, acuados e omissos.
Voltando a uma frase que citei dois parágrafos a cima: “Todos aqui sabem o que foi o Woodstock...”. Sabem MESMO? A impressão que eu tenho é que tudo é sempre deturpado. Fico pensando se todos aqueles que subiram naquele palco tinham realmente noção do que estava acontecendo ali. E aquelas pessoas que lá estavam? Ou tudo foi somente “mulheres nuas pra cima e pra baixo e gente chapada cantando”? Ou aquela era “a grande chance” de fazer sucesso, e mais nada? (claro). Realmente, não faço apologia a nada, tampouco condeno caso tenha sido assim. O problema é o culto que insistem em fazer em volta de tudo isso. Eu mesma já fiz e já levei puxões de orelha por isso. Acordei.
Eu diria que o Woodstock foi o ápice do que veio sendo feito desde 1967, não tem como negar. A morte do Che Guevara em 67, os movimentos estudantis em 68, a guerra do Vietnã que na época gerava cada vez mais vítimas, e, por fim, o Woodstock – que nada mais é do que uma cria da efervescência de 1968, o grito de misericórdia. De fato, o festival foi um hino, cantado, escarrado por centenas de pessoas. Mas eu me pergunto: o que realmente diziam esses gritos? “Mas ah, foi a ruptura, a conquista feminina”. A ruptura, a conquista, ou a vulgarização da imagem da mulher? Vocês queriam ganhar direitos ou fama de vadias?
Tantos autores afirmam que os manifestos de 1968, e o que aconteceu posteriormente a ele, não resultaram em nada de extraordinário, que as mudanças seriam inevitáveis, que aconteceriam de toda forma – que paz e que amor?. E mais, que as pessoas nem sabiam pelo o que estavam lutando. Dois filmes que retratam o que estou tentado falar são: The Dreamers, datado de 2003 e dirigido por Bernardo Bertolucci; e Across The Universe, musical de 2008, baseado na obra dos Beatles. Nas cenas finais de The Dreamers, jovens vão para a rua protestar sem nem fazerem ideia do que estava acontecendo. No filme Across The Universe, os personagens veem suas ideologias sendo deturpadas e, no final da trama, voltam para suas cidades, sem terem alterado nada. E essa era a realidade. Saiam as ruas, berravam, vandalizavam, a maioria sem causa alguma. Quase tudo o que se prega é fantasia. Quanto a explosão cultural, tenho a impressão que 1968 está aqui, é o hoje, que de fato aquele foi “o ano que não terminou”. É só estudar, ler as coisas certas, ter bom gosto.
Ah.Mas quem se importa com isso? O que importa se eu vou ouvir várias vezes a mesma música durante a minha vida, e em nenhuma saberei o que de fato ela representa? Né? Né.
Agora chega a parte em que eu tenho que escolher alguém que se apresentou lá e postar um videozinho do ser aqui, né? Né. E quem eu poderia escolher? “Ah, a Janis!”. Não. Meu vislumbre por ela se foi. Gosto é da Joan Baez, pelo papel que ela teve e cultiva até hoje – Dylan dá suspirinhos agora. “Joan Baez, hã, quem?”. Será que por ela não ter se acabado antes dos 30, ela não é tão famosa e venerada como tantos outros? Hum. Prepare-se para assistir algo mais ameno, vamos dizer assim:
domingo, 16 de agosto de 2009
MEMÓRIA: 32 anos sem o Rei do Rock

Não gosto de escrever sobre algo que não conheço profundamente. Meu critério pra falar com propriedade sobre um artista ou tema é, pelo menos, ter ouvido a discografia básica ou lido muito material sobre o artista em questão. O único álbum completo que ouvi de Elvis Presley foi “From Elvis In Memphis” de 1969, apesar de seu trabalho não ser necessariamente novidade pra mim.
Para mim Elvis é sinônimo de rock como movimento; o menino de Memphis foi a rebeldia propriamente dita. Ele dançou como muitos queriam dançar na época, ele cantou as coisas que muitos jovens tinham medo de sussurrar, enfim, foi a concretização que o gênero precisava, e a influência que seria decisiva para o futuro do mesmo. Em “John Lennon, a vida”, biografia do Beatle escrita por Philip Norman, fica claro a importância que Elvis Presley teve na música do então adolescente John Winston Lennon, sem falar em outros grandes nomes que também foram indiretamente incentivados pelo rei.
Hoje faz 32 anos que Elvis morreu, deixando uma lacuna que não será preenchida. Tenho certeza de que a cada nova audição de seu trabalho ficarei mais perplexo com o talento do rei, assim como os quatro caras de Liverpool me impressionam a cada vez que ouço suas músicas.
Para mim Elvis é sinônimo de rock como movimento; o menino de Memphis foi a rebeldia propriamente dita. Ele dançou como muitos queriam dançar na época, ele cantou as coisas que muitos jovens tinham medo de sussurrar, enfim, foi a concretização que o gênero precisava, e a influência que seria decisiva para o futuro do mesmo. Em “John Lennon, a vida”, biografia do Beatle escrita por Philip Norman, fica claro a importância que Elvis Presley teve na música do então adolescente John Winston Lennon, sem falar em outros grandes nomes que também foram indiretamente incentivados pelo rei.
Hoje faz 32 anos que Elvis morreu, deixando uma lacuna que não será preenchida. Tenho certeza de que a cada nova audição de seu trabalho ficarei mais perplexo com o talento do rei, assim como os quatro caras de Liverpool me impressionam a cada vez que ouço suas músicas.
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009
LUTO: Morre Les Paul, o Inventor da Guitarra Elétrica

O mundo do rock está de luto. Morreu na última quarta-feira, 12, nos Estados Unidos, o inventor da primeira guitarra elétrica de corpo sólido, Lester William Polsfuss, mais conhecido como Les Paul.
Além da guitarra, Les Paul inventou também o processo de gravação multicanal, tornando-se assim responsável por duas grandes revoluções na história da música.
Desde 2006 o inventor vinha se tratando de problemas respitratórias, uma grave pneumonia levou Les paul, aos 94 anos. O americano era também músico e nos anos cinquenta colocou alguns sucessos nas paradas, ao lado de sua ex-mulher Mary Ford. Les Paul atuou como músico até os 90 anos.
O modelo de guitarra que levou o nome do inventor (Gibson Les Paul) ficou imortalizada nas mãos de grandes nomes do Rock como Jimmy Page, Ace Frehley e Slash.
No vídeo abaixo, Paul e Mary Ford apresentam um número utilizando a clássica guitarra.
Além da guitarra, Les Paul inventou também o processo de gravação multicanal, tornando-se assim responsável por duas grandes revoluções na história da música.
Desde 2006 o inventor vinha se tratando de problemas respitratórias, uma grave pneumonia levou Les paul, aos 94 anos. O americano era também músico e nos anos cinquenta colocou alguns sucessos nas paradas, ao lado de sua ex-mulher Mary Ford. Les Paul atuou como músico até os 90 anos.
O modelo de guitarra que levou o nome do inventor (Gibson Les Paul) ficou imortalizada nas mãos de grandes nomes do Rock como Jimmy Page, Ace Frehley e Slash.
No vídeo abaixo, Paul e Mary Ford apresentam um número utilizando a clássica guitarra.
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Les Paul
terça-feira, 11 de agosto de 2009
ROCK VIDEOS: Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Phil Collins
É sempre bacana ver reuniões de astros do rock. Nessa aí, Phil Collins, baterista e vocalista da progressiva Genesis, e também cantor consolidado na música pop, toca Paranoid clássico do Black Sabbath ao lado de Ozzy Osbourne e Tony Iommi.
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Rock Videos
domingo, 9 de agosto de 2009
MASTERS ALIVE: Jimi Hendrix
Agosto é o mês de Woodstock. Segue um trecho de de uma das apresentações mais mmemoráveis do festival, que aconteceu as sete da manhã de uma segunda feira.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009
MASTERS ALIVE: Peter Gabriel
Achei um CD desse cara que eu não ouvia faz tempo, "So". Apesar de ter migrado para o Pop e para a World Music, considero Peter Gabriel um gênio. Merece dose dupla.
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Peter Gabriel
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Van Der Graaf Generator: Primeiras Impressões

Sou um grande fã de Rock Progressivo, mas com certa vergonha assumo que faz pouco tempo que estou ouvindo a banda mais puramente progressiva que conheci, Van der Graaf Generator. Depois de ver a capa da Poeira Zine com os ingleses mais doidos do rock procurei imediatamente conhecer o som daqueles caras. É preciso ter paciência, pois não é uma música assimilável a primeira audição, a sensação pode variar entre a negação total e a adoração.
O álbum que estou ouvindo incansavelmente é Pawn Hearts, de 1971, nessa fase, pelo que me consta (não me aprofundei ainda na biografia), a banda executava somente bateria, saxofone, teclados e Melotron. A soma desses instrumentos forma uma aura sombria mais intensa do que muitos álbuns do Pink Floyd.
Peter Hamill, vocalista e líder da banda, é um verdadeiro maestro; além de compor versos ultra lisérgicos, canta como se estivesse sobre o efeito dessas palavras; eu o descreveria como verdadeiro.
Lemmings (Includding Cog), a primeira das três músicas de Pawn Hearts, é uma incrível viagem experimental de onze minutos. Nessa faixa se percebe as melhores linhas de bateria e Saxofone do LP.
A segunda faixa, Man-Erg, é primeiramente emocionante e depois agressiva; ela antecede a melhor música de Pawn Hearts, A Plague of Lighthouse Keepers, para mim a canção progressiva definitiva, define o gênero por si só.
São 23 minutos de puro envolvimento, uma verdadeira epopeia dividida em sete partes.
Ainda preciso ouvir outras obras dessa grande banda pra tecer um relato completo, de antemão é possível afirmar que a música do VDGG foi feita pra ser sentida
O álbum que estou ouvindo incansavelmente é Pawn Hearts, de 1971, nessa fase, pelo que me consta (não me aprofundei ainda na biografia), a banda executava somente bateria, saxofone, teclados e Melotron. A soma desses instrumentos forma uma aura sombria mais intensa do que muitos álbuns do Pink Floyd.
Peter Hamill, vocalista e líder da banda, é um verdadeiro maestro; além de compor versos ultra lisérgicos, canta como se estivesse sobre o efeito dessas palavras; eu o descreveria como verdadeiro.
Lemmings (Includding Cog), a primeira das três músicas de Pawn Hearts, é uma incrível viagem experimental de onze minutos. Nessa faixa se percebe as melhores linhas de bateria e Saxofone do LP.
A segunda faixa, Man-Erg, é primeiramente emocionante e depois agressiva; ela antecede a melhor música de Pawn Hearts, A Plague of Lighthouse Keepers, para mim a canção progressiva definitiva, define o gênero por si só.
São 23 minutos de puro envolvimento, uma verdadeira epopeia dividida em sete partes.
Ainda preciso ouvir outras obras dessa grande banda pra tecer um relato completo, de antemão é possível afirmar que a música do VDGG foi feita pra ser sentida
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
MASTERS ALIVE: Dave Matthews - Everyday
Quando ouvi esse CD pela primeira vez, a nove anos, sabia que estava ouvindo um das coisas mais legais do mundo.
O Clipe é melhor ainda, mas o Youtube não deixou incorporar...então veja aqui:
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segunda-feira, 3 de agosto de 2009
LE SOCIAN: Novas Músicas

A banda patobranquense Le Socian disponibilizou recentemente novas músicas em seu My Space. As composições devem figurar na segunda demo da banda. O Le Socian foi formado a dois anos e meio, e conta com Diego da Cruz no vocal e guitarra, Leonardo Fantinel na guitarra, João Faccio no vocal e baixo, e Christhian David na bateria. Seu nome é uma junção do provérbio latino “Le” com o nome de um remédio estabilizador do humor, o Socian.
Com um Rock n´ Roll direto, a música dos Sociânicos remete a referências da banda como o Audioslave, Morphine e Nirvana. A batida intensa e a letra de “Eu estou Sempre Queimando” expressam as composições empíricas baseadas no cotidiano, frequentes no trabalho do Socian.
Com um Rock n´ Roll direto, a música dos Sociânicos remete a referências da banda como o Audioslave, Morphine e Nirvana. A batida intensa e a letra de “Eu estou Sempre Queimando” expressam as composições empíricas baseadas no cotidiano, frequentes no trabalho do Socian.
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Le Socian
domingo, 2 de agosto de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
TURMA DO MÔNICA: "Paul is Dead"
Por Nelson Junior
História produzida pelos estúdios Maurício de Sousa, brincando com a lenda urbana que diz que Paul McCartney morreu em um acidente automobilístico em 1966. Para não frear o grande sucesso dos Beatles naquela época, um sósia teria sido colocado no seu lugar.
Os adeptos dessa lenda acreditam que existem mensagens escondidas em músicas e capas de discos dos Beatles que supostamente provam a veracidade do boato. Para brincar com isso Maurício de Sousa escondeu referências a banda na história em quadrinhos a seguir:
Os adeptos dessa lenda acreditam que existem mensagens escondidas em músicas e capas de discos dos Beatles que supostamente provam a veracidade do boato. Para brincar com isso Maurício de Sousa escondeu referências a banda na história em quadrinhos a seguir:
Clique na tira para acessar a história completa
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