sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

2010, planos e Uriah Heep

2010 já começou há 22 dias, e o meu pior defeito, a preguiça, ainda não havia me deixado, começar a fazer as inúmeras coisas que sempre planejo, mas, nunca faço. Se bem que estou melhorando, ano passado fiz tudo que planejei fazer: Fui aos Intercons, consegui levar o documentário que eu e meus colegas fizemos para a final da Expocom, fiz mais um curta metragem, dirigi outro documentário, só não ganhei nada no Sicredi Universitário e não participei do Amsop. Pra quem costumava passar o ano todo só querendo fazer tudo, já ta de bom tamanho.

A virada do ano passei na minha querida Goiânia, segunda casa (que mais parece a primeira). O mais legal foi ter feito pela primeira vez os 1400 quilômetros ao lado da Mara; o mesmo trajeto que tantas vezes eu e ela fizemos sozinhos, sorrindo (na ida) e chorando (na volta).

Mas enfim, sei que ninguém entra aqui pra ouvir falar de mim, então vamos ao que interessa, rock!! que em breve será música em geral, já que to me coçando pra escrever sobre o Chico, o Zé Ramalho e o Oswaldo Montenegro, que andei re-ouvindo esses tempos.

Bom, já cansei de dizer aqui que minhas décadas do coração são os anos sessenta e setenta, as melhores bandas do mundo, pra mim, nascerem nesse período. Ultimamente andei ouvindo muito Van der Graaf Generator, especialmente o Still Life (1976), Yes, Focus (moçada, larguem um pouco do Pink Floyd!! Tô dizendo), John Lennon, Dave Matthews Band (o Crash de 1996) e recentemente descobri (isso mesmo!!), o Uriah Heep. Na verdade já os conhecia, mas, assim como várias outras bandas essenciais como Van Halen, eu ouvi muito pouca coisa.
Ouvi o álbum Demons and Wizards, quarto da carreira dos britânicos, que nesse disco fazem um Hard Rock limpíssimo. Logo nos acordes da primeira canção, “The Wizard” veio a surpresa, eu já a conhecia, e achava que era uma das melhores canções...do Blind Guardian, é, vivendo e aprendendo. No entanto constatei que na versão original ela é ainda mais bonita.
A atmosfera de Demons and Wizards é mágica como um álbum do Rainbow e ao mesmo tempo matadora como Machine Head do Purple, mas menos pesado. Ainda preciso ouvir mais o disco, mas as duas audições que fiz já foram suficientes pra querer conhecer mais a banda, que certamente honra a qualidade do rock feito naquela década.

Segue aí, Uriah Heep - The Wizard:


Era isso...bom estar de volta.

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